Caros leitores!
É relevante e inerente falar de tecnologias emergentes no ensino nos dias de hoje, ainda mais nos anos de 2020 e 2021 e meados de 2022, onde a infecção humana COVID-19 causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) foi e é uma emergência de Saúde Pública de importância internacional, cujo espectro clínico é diverso, variando de sintomas leves à síndrome respiratória aguda grave. A letalidade varia conforme o país, mas está evidenciado que idosos e pessoas com comorbidades crônicas são as que mais apresentam complicações. As crianças são as menos afetadas, mas são vetores da doença.
A despeito de tantas inseguranças neste cenário, aprendemos e estamos aprendendo com as necessidades e respostas que já estão sendo ou serão aplicadas em caráter emergencial. Dessa forma conclui-se que as escolas estão incorporando tecnologias emergentes, como Inteligência Artificial, Realidade Virtual e Realidade Aumentada, em sala de aula. Então, não podemos garantir total êxito, mas com os esforços em comum, alcançaremos o melhor que pudermos diante deste cenário. Outrossim, a educação deve ser baseada na eficácia da comunicação entre professores e alunos, e as tendências tecnológicas emergentes, como os chatbots, ajudaram a melhorar isso. Livros didáticos eletrônicos e interativos estão crescendo em popularidade, especialmente com inovações como leitores eletrônicos, como as tecnologias emergentes (Sombrio; Ulbricht, 2015).
Assim por meio da utilização de tecnologias emergentes o aprendizado pode se tornar mais interativo do que os métodos tradicionais, além de favorecer que os alunos fiquem mais engajados devido a utilização de estratégias ativas de aprendizagem. Tais ferramentas têm um potencial impacto futuro sobre o desenvolvimento no ensino superior e nas práticas de ensino. Assim, é possível concluir que a tecnologia fez grandes incursões na sala de aula nos últimos anos. Hardware, lousas inteligentes a tablets, softwares como o Google Classroom, Google Drive continuam a perfurar o aprendizado diário. Além dessas ferramentas, os blogs e vlogs são ferramentas em que crianças e adolescentes utilizaram para fazerem suas pesquisas e ao mesmo tempo produzir.
Em suma, desempenhar o papel de mediador e moderador para assegurar uma aprendizagem de qualidade e equilibrada é fundamental para que professores promovam um senso de comunidade entre os participantes. Além disso, os ambientes de aprendizagem remotas, permitem que o professor mediador desenvolva cursos oferecendo uma variedade de recursos e aprendizagem, a fim de atender os diferentes tipos de aprendizagens aos alunos.
REFERENCIAS
Menezes, Clarice (2017). Professor 05 motivos para você ter um blog. [online]. Recuperado de: https://claricemenezes.com.br/2017/03/20/professor-5-motivos-para-voce-ter-um-blog
Romero, R. J. M., García, S. A (2020). Tecnologias de aprendizagem: teorias, metodologias e processos didáticos de apoio à aprendizagem de alunos do século XXI. Texto Livre: Linguagem e Tecnologia, 13(3). Recuperado de: https://periodicos.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/26454.
Sombrio, G. S., Ulbricht, V. R (2015). Tecnologias emergentes como possibilidades de inovação na educação. Revista UFPR. 3(4). Recuperado de: https://revistas.ufpr.br/relainep/article/view/43603
